MPRN lança ferramenta de videoconferência e promove transmissão simultânea para Comarcas

Considerado um instrumento que vai dar mais dinâmica ao trabalho, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) lança oficialmente a ferramenta de videoconferência na sede da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), em Natal, na quinta-feira (9) em evento com participação de parceiros e o público externo a partir das 8h.
Já na sexta-feira (10), é a vez de um treinamento para o uso da tecnologia, voltado para membros e gestores além de uma palestra proferida pelo professor Araken de Assis, que será transmitida por meio da vídeoconferência. O sistema de videoconferência é uma solução da empresa Polycom e foi adquirido pelo MPRN.
O projeto, que constou como um dos pontos do programa de gestão da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) formatado em 2013, começou a ser tocado pela Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI), no início do ano passado e a ser executado em agosto último. Já há cerca de 240 pontos interligados, entre unidades do MPRN localizadas no interior e na Capital, contando com salas físicas de videoconferência.
“Ainda em 2013 começamos a buscar casos de sucesso e conhecemos esse sistema em uso na UFRN. Fizemos visitas, testamos a ferramenta e começamos a trabalhar isso no MP”, frisou o Procurador-Geral de Justiça, Rinaldo Reis Lima. “É um advento que vai revolucionar a comunicação no MPRN e nos dará uma outra percepção de proximidade. Teremos mais qualidade para a gestão e um melhor desempenho das funções dos membros”, observou o PGJ, sobre o uso da videoconferência.
Ele ainda destacou outros ganhos para o MPRN e a atuação dos membros, tais como: aproximação das unidades; possibilidade de praticar atos de procedimentos extrajudicias; realização de oitiva de testemunhas em outras Comarcas (realizadas diretamente pelo responsável pela investigação) e de oitiva informal de menores em situação de riscos; comunicação com outras instituições e difusão de reuniões realizadas na sede da PGJ com autoridades de outras organizações, como secretários de Estado e magistrados, para os promotores de Comarcas do interior, que também podem interagir à distância.

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